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A versão dançante do Los Bunkers

"La velocidad de la luz" - Los Bunkers


Antes de começar, ai vai um detalhe pessoal: namoro o mesmo cara há três anos e mesmo ele sabendo dessa tendência a amar coisas latinas ele nunca teve paciência para ouvir nada cantado em espanhol. Um belo dia, quando saiu o primeiro single desse disco eu garanti, “Eles são os Franz Ferdinands chilenos, você precisa ouvir”. O cara deu uma chance e pela primeira vez no meu relacionamento tive alguém pra me acompanhar na agonia de esperar o disco ser lançado. 

Com essa pequena introdução, já podem perceber minha empolgação quando “La velocidad de La luz” chegou nas minhas mãos, pena que o disco não correspondeu a minha espera. Não me entendam mal, ele não é ruim, mas também não é excelente, o grande problema: ele demora a decolar. 


O álbum é curto, 11 faixas e nem 45 minutos de duração. Dai a música que abre o disco, “Desperdíciame” tem quase sete minutos de uma canção regular que apesar de seguida do ótimo single, “Bailando solo” marca um clima que só vai ser combatido lá pela faixa seis, “El día en que dejaste de fingir”. Dai em diante, o álbum empolga, com um único tropeço em “Dicen” (que troquei de lugar com “Bailando...” no meu player e to vivendo praticamente das cinco últimas canções). 

 No final, é um disco bom, em uma escala de um a dez, sete pelo conteúdo e dez pela história pessoal. Na média, um oito e meio e não se fala mais sobre o assunto. Talvez seja o preço pela veia mais dançante que o Los Bunkers resolveu assumir no sétimo álbum de estúdio.

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