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Enrique Bunbury

Essa semana não fazia idéia de quem iria ganhar. Confesso, adoro essas enquetes cheias de reviravoltas.

Profile: Enrique Bunbury

Enrique nasceu Ortiz de Landázuri Izardui e virou Bunbury graças ao personagem homonimo de Oscar Wilde em "The Importance of Being Earnest". Começou a tocar no colégio e depois de passar por várias bandas chegou ao Heroes del silencio. 13 anos, 8 discos com mais de 2 milhões de cópias vendidas e uma turnê por vários países do mundo, era hora de se separar.

Bunbury estava inquieto com a última turnê do Heroes. Para se "desafogar", gravava demos por todos os estudios que passavam. Quando o grupo acabou, ele foi para o marrocos, onde compôs uma série de canções e deu forma ao que já tinha. O resultado foi seu primeiro disco solo "Radical sonora", cheio de mesclas com música árabe e eletrônica. O álbum foi recebido com estranheza, e não era dificil ver o público clamando por "Heroes, Heroes, Heroes" durante os shows.

Em crise profunda, a falta de aceitação do público deu lugar a descrença da gravadora. Bunbury começou a produzir "Pequeño". O álbum saiu em 1999 sem nenhum incentivo da gravadora, mas conquistou público com canções como "El extranjero" e "Infinito". O disco deu tão certo que deu passo a um disco ao vivo, lançado no ano seguinte chamado "Pequeño cabaret ambulante".



Dois anos depois lança "Flamingo", um de seus discos mais bem sucedidos, com mais de 500 mil cópias vendidas. Várias das canções desse álbum se tornaram sucessos clássicos de Bunbury como "Si", "Sacame de aqui" e "Lady Blue".



Em 2004, o espanhol lança um disco duplo: "El viaje a ninguna parte", álbum inspirado na viajem do cantor a américa central. E logo depois "Freak show", um CD + DVD ao vivo que juntava atrações circenses aos números músicais. Então em 2005 vem a parada: A banda que o acompanhou durante toda a carreira solo, El Huracán Ambulante se disolve e com junto com eles acaba também a empresa responsavel pelos shows.

Foram dois anos de participações especiais e discos copilatorios, quando em 2007, o Heroes del silencio anunciam uma nova turnê. Passada a agitação, Bunbury volta a carreira solo com "Hellville de Luxe". Apesar do relativo sucesso de canções como "Hay muy poca gente", o álbum não passou perto do sucesso de "Flamingo".

No início desse ano, o cantor lança "Las consecuencias". Bunbury havia dado declarações em que dizia que esse disco talvez não agradasse aos fãs e que não seria bem recebido. Ledo engano. Só no primeiro dia de vendas, conseguiu disco de ouro no México e número um de vendas físicas na Espanha. O álbum se mostra nesses meses com o segundo maior sucesso de Bunbury.




O espanhol tem uma carreira com mais altos que baixos, e faz o que bem entende mesmo que não seja entendido por público e crítica. Apesar disso quer ser visto, como agora em que irá lançar um show em 3D nos cinemas espanhóis, ou no documentário que acompanha a turnê de "Las consecuencias".

Enrique Burbury é um artista para ser visto e ouvido, e para aproveitar tudo que ele queira dar para seu público.

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